O livro propõe que a abolição da escravatura foi um processo jurídico, mas não social.As Correntes Quebradas: O fim da escravidão legal.Os Caminhos Fechados: A falta de políticas de inclusão (terra, educação, moradia) que manteve a população negra à margem.O Reflexo Hoje: A transição das "amas de leite" para as "domésticas e subalternizadas", mostrando que a cor da pele ainda dita o lugar social.2. A Matemática da DesigualdadeA obra utiliza dados assustadoramente recentes (2025) para provar que o racismo é econômico:O Gap Salarial: Mulheres negras recebem apenas 44% do que homens brancos ganham, exercendo funções muitas vezes similares ou acumulando jornadas duplas.O Teto de Vidro: A raridade de CEOs negras demonstra que o acesso ao topo ainda é filtrado por critérios de raça e gênero.3. Conceitos-Chave (Sem "Academiquês")Dra. Carolina traduz termos complexos para a vida real:Interseccionalidade: Entender que uma mulher negra sofre opressões que se cruzam (ser mulher + ser negra + muitas vezes ser pobre). Uma barreira potencializa a outra.Racismo Estrutural: Não é apenas um xingamento individual; é o "sistema operacional" do Brasil, que funciona automaticamente para privilegiar uns e excluir outros.4. O Resgate da Ancestralidade GuerreiraO livro combate o mito do "escravo passivo", trazendo à luz lideranças que a história oficial apagou:LíderPapel HistóricoO que representa na obraDandaraQuilombo dos PalmaresEstratégia militar e resistência feminina.Luísa MahinRevolta dos Malê
| Número de páginas | 32 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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