O livro retrata em várias crônicas e contos, a vida no campo nos idos de 1950/70, quando ainda era possível encontrar no meio de uma mata um regato de água pura e cristalina a resvalar sonoramente, carregando em direção ao rio maior e finalmente ao mar, uma folha que caiu no outono, como soe acontecer com as folhas que perdem o verdor no final do verão e de repente perecem, encerrando o seu ciclo de vida. Alguns contos apresentam esse mistério vida no dia a dia, nos encontros de pessoas, de um jovem e a sua namoradinha. Crônicas bem-humoradas, descrevem lugares, paisagens, noites de luar e a solidão tranquila da roça, do viver honesto do homem do campo e o seu relacionar com os demais viventes, inclusive os bichos.
Não é apenas um retrato saudoso, mas contos e crônicas que certamente provocarão risos, acompanhando a ação de um Jalim menino nas Cantigas de Roda e nos assuntos de meninos, outro adulto nas suas múltiplas atividades da roça, da Universidade, do seu emprego e seus sonhos, e outro já idoso, saudosista, mas com a malícia do moleque, “com um humor sadio, culto e inteligente”, com elogiou Claude, a IA que analisou o livro.
| Número de páginas | 216 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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