(...) Você, que acha que ser "doidinho" é charme. Você, que nunca aprendeu a diferença entre liberdade e falta de respeito. Você, que acha que tem o direito de ser inconveniente, nojento, intrometido e ainda sair dizendo que “é só o meu jeitinho”, este livro é sobre você.
(...) Faz CHISTE com a magreza, com o EXCESSO de peso, com a cor de pele, com os cabelos das outras pessoas, põe apelidos: “cacimbão”, “espeto de grilo”, “jubarte”, “burro”, “cabelo de brócolis”, “picolé de piche”, “dona almôndega”, “caolho”, “bacalhau seco”, “Dumbo”, “apagão”. Faz piada com tudo, sem conhecer o público presente. Empatia zero.
(...) A “raposa de salto” acha que o homem tem de pagar todas as contas dela e as dos familiares dela: botijão de gás da avó dela, boletos do cunhado desempregado, festa dos sobrinhos dela. Há também a tresloucada que conhece um homem há 2 meses e acha que ele deve pagar todas as despesas dela, dar uma “ajudinha”. Ela tem 5 filhos, um de cada pai, e o bonachão (ou paspalhão) é quem tem de bancar a criançada.
(...) Promove chá de panela, chá de casa nova, chá de revelação, chá de bebê, cha-ti-ce, À CUSTA dos convidados levarem comida, bebida, presentes, e até fazerem um Pix para os anfitriões. É o “chá da picaretagem”, em que os convidados financiam tudo. O ápice da “cara de pau”, incrivelmente deselegante. Faz festa a pessoa que pode. Ainda é simples assim. (...)
| Número de páginas | 100 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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