O território catarinense estruturou-se sob a lógica da descentralização e do policentrismo. Esse arranjo não decorre de um determinismo geográfico passivo, mas sim de uma complexa teia que entrelaça condicionantes geomorfológicos, frentes de colonização histórica fragmentadas e escolhas político-institucionais deliberadas de planejamento regional.
Do ponto de vista da geografia econômica, a força produtiva do estado é espacialmente distribuída em redes urbanas de média densidade, onde cada mesorregião atua como um polo de especialização produtiva e inovação tecnológica conectado globalmente. Em vez de uma única metrópole polarizadora, o espaço catarinense é dinamizado por uma constelação de cidades médias que exercem comando regional.
| Número de páginas | 113 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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