Durante séculos, o amor romântico foi tratado como um mito, uma invenção dos poetas ou uma construção cultural destinada a desaparecer com o progresso da sociedade. Mas e se estivermos olhando para o fenômeno pelo ângulo errado?
Neste livro, o amor deixa de ser analisado apenas pela literatura ou pela filosofia e passa a ser compreendido à luz da psicologia evolucionista, da antropologia, da história e da neurociência. O autor reúne evidências para defender uma tese provocativa: aquilo que chamamos de amor romântico não é uma invenção recente, mas uma das adaptações psicológicas mais antigas e poderosas da espécie humana.
Ao longo da obra, temas como paixão, ciúme, exclusividade, casamento, primeiro amor, ciúme retroativo, sexo casual, poliamor, famílias recompostas, amizade, rejeição amorosa e relacionamentos modernos são revisitados sob uma perspectiva que desafia muitas das crenças contemporâneas. Instituições tradicionalmente vistas apenas como construções morais são reinterpretadas como tentativas históricas de proteger um fenômeno psicológico raro: a formação de um vínculo apaixonado capaz de sustentar uma família.
Mais do que discutir como os relacionamentos mudaram, este livro questiona se parte dessas mudanças representa realmente um progresso ou apenas o abandono gradual dos elementos que tornavam o amor uma das experiências mais intensas da condição humana.
Combinando ciência, filosofia, história e exemplos da literatura, do cinema e da cultura popular, esta obra c
| Número de páginas | 90 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
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