A comunicação política mudou radicalmente. Em 2026, as plataformas digitais deixaram de ser ferramentas complementares e se tornaram o principal campo de batalha. O eleitorado jovem, sobretudo, foi engajado por linguagens rápidas, cortes de podcasts e forte apelo conservador e de oposição nas redes. O marco legal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tentou impor barreiras proibindo propagandas pagas via influenciadores e o uso de deepfakes, mas a mobilização orgânica e o ecossistema digital ditaram quem ocuparia as cadeiras no Legislativo. Este é um guia que demosntra as razões dessa mudança e aponta uma solução para o equilibrio de narrativas.
| Número de páginas | 17 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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