Serra Cristal é um romance de enredo fantástico, de ficção telúrica e lendária, com uma trama que atravessa o livro do princípio ao fim e episódios surreais. Mas, por baixo desse enredo, há outra história: a memória de um mundo rural do Interior e da sua relação com o resto do país, sobretudo com Lisboa.
Este livro procura deixar algum testemunho duma época, num território real. Para além do carácter lúdico do enredo e dos contos narrados pelas personagens, o livro possui outras dimensões. A ideia de o escrever surgiu numa noite, antes de adormecer, em que o autor ouvia no telemóvel Amália Rodrigues nos melhores fados.
Criou um enredo em que o protagonista tinha um cristal de quartzo mágico. Aqueceu-o numa vela, isso gerou piroelectricidade e viu dentro um código luminoso que o impeliu a deslocar-se à medieva Sortelha. Aí foi, encontrou um subterrâneo com três portas, no interior de cada aposento estava uma moura encantada.
Na manhã seguinte ao dia em que levou a primeira menina para casa sentiu-se estranho, calhou encontrar um antigo colega de escola que era psicólogo e se dispôs analisá-lo. Combinaram fazer isso por escrito. Então ele conta as aventuras com as três mouras, como era a vida nos arredores albicastrenses da sua infância, no fim o mistério das três encantadas é desvendado, o psicólogo dá opinião.
Histórias contadas por uma das mouras, raízes de Amália Rodrigues, a serra da Gardunha e seus encantos.
| ISBN | 978-65-266-1620-8 |
| Número de páginas | 168 |
| Edición | 2 (2024) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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