Esta obra não é um guia de autoajuda, mas um manifesto de libertação escrito nas entranhas de quem cansou de simular a própria existência. Em A Escravidão Moderna, Nando Wolker despeja uma carta brutal e visceral dirigida a si mesmo, estilhaçando a vitrine de vidro da sociedade contemporânea para revelar o que sobrou de humano sob os escombros do consumo, dos algoritmos e das máscaras sociais. Ao longo de tópicos provocativos e cirúrgicos, o autor utiliza desde a sabedoria ancestral do xamanismo e as sombras de Jung até a crueza de William Burroughs e a disruptura dos "anjos caídos" para confrontar o leitor com a sua própria inércia. É um convite ao abismo, onde a disciplina, o silêncio e o resgate da linhagem genética são as únicas chaves para quebrar os acordos de dor que nos mantêm dóceis e previsíveis. Este livro é um espelho quebrado: ele não reflete o que você deseja ver, mas o que você precisa encarar para, finalmente, deixar de ser uma galinha que discute o voo e se tornar o pássaro que habita a própria solidão sagrada. Se você busca conforto, feche estas páginas; se busca soberania, prepare-se para o fim da sua zona de conforto.
| Número de páginas | 227 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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