Mannix passou a vida a corrigir erros.
Editor meticuloso, habituado a detectar falhas onde outros veem apenas normalidade, começa um dia a perceber algo impossível: a própria realidade parece apresentar fissuras, e ele consegue vê‑las.
Pequenos desalinhamentos, doenças iminentes, acidentes prestes a acontecer. Mais inquietante ainda, Mannix descobre que pode intervir. Corrigir. Ajustar o mundo à sua volta. Cada gesto parece aliviar sofrimento imediato, mas traz consigo um custo invisível que se desloca para outro lugar, outra pessoa, outro instante.
À medida que a fronteira entre compaixão e controlo se dissolve, Mannix é confrontado com forças que representam soluções extremas: a perfeição absoluta, o caos sem limites e uma terceira possibilidade mais frágil, a pausa consciente, a hesitação ética, a vírgula.
MANNIX: o imperativo da vírgula é uma obra de ficção filosófica e especulativa sobre responsabilidade, tecnologia e limite humano. Um romance que questiona até onde devemos ir quando temos o poder de corrigir o mundo, e o que perdemos quando deixamos de aceitar a imperfeição como parte essencial da condição humana.
| Número de páginas | 133 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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