Em 2027 — Brasil sem Fome e sem Doença, o Professor Fernando A. Dal Piero desperta às 4h17 após uma experiência onírica marcada por sete palavras: alimento, saúde, dignidade, ciência, participação, transparência e humanidade. O sonho não é tratado como profecia, mas como ponto de partida para uma investigação que atravessa comunidades, escolas, cooperativas, unidades de saúde, sistemas de dados e instituições. À medida que busca compreender por que alimentos não chegam a quem precisa, por que riscos de saúde começam antes do hospital e por que pessoas desaparecem dos mapas administrativos, o Professor descobre um projeto anterior, classificações comportamentais, formulários que simulam legitimidade, decisões humanas escondidas atrás de sistemas e salvaguardas que falharam porque cada setor presumiu que outro já havia verificado. O mistério revela que tecnologia, integração e eficiência não bastam sem responsabilidade, consentimento, direito de contestar e capacidade real de interromper. Da investigação nasce um Protocolo aberto, revisável e sem dono único, no qual alimento é caminho, saúde é prevenção, ciência admite erro, participação pode mudar decisões e transparência devolve liberdade de escolha. Um romance de suspense ético e social sobre como construir sistemas que sirvam às pessoas sem transformá-las em instrumentos. Entre memória investigação e responsabilidade pública, a obra pergunta quem decide, quem sabe, quem pode recusar e quem responde quando um sistema falha.
| Número de páginas | 1204 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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