Vivemos cercados pela promessa do progresso. Acreditamos que a ciência avança, a tecnologia evolui, a economia cresce e a humanidade caminha continuamente em direção a um futuro melhor. Mas essa narrativa talvez conte apenas metade da história.
Em A Eterna Decadência de Todas as Coisas, Deyvson Moutinho Caliman propõe uma reflexão filosófica sobre uma característica frequentemente ignorada da existência: tudo o que nasce, floresce e se fortalece também envelhece, enfraquece e desaparece. Da termodinâmica ao envelhecimento biológico, da memória às civilizações, do amor à família, da biodiversidade às línguas, das instituições à verdade, este livro percorre diferentes dimensões da experiência humana em busca de um mesmo padrão: a impermanência, no sentido de decadência, envelhecimento e morte.
Dialogando com pensadores como Schopenhauer, Mainländer, Cioran, Heidegger, Byung-Chul Han, Nietzsche, Voegelin, Hans Jonas e diversos autores das ciências naturais e sociais, a obra procura compreender como a decadência se manifesta não apenas como destruição, mas também como desgaste gradual, perda de intensidade, dissolução de significados e redução da diversidade.
Longe de defender um pessimismo estéril ou uma nostalgia ingênua do passado, o livro convida o leitor a enfrentar uma pergunta desconfortável: e se a decadência não for uma exceção da realidade, mas uma de suas propriedades fundamentais? Se assim for, talvez compreender esse processo seja uma das formas mais honestas de comp
| ISBN | 978-65-266-8185-5 |
| Número de páginas | 111 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
¿Tienes alguna queja sobre ese libro? Envía un correo electrónico a [email protected]
Haz el inicio de sesión deja tu comentario sobre el libro.