Esqueça Skynet. O maior perigo da inteligência artificial moderna não é a maldade; é a subserviência. Ela quer tanto te agradar que inventa fatos, cria pessoas que não existem e concorda com suas piores ideias por estar programada para isso.
Neste livro, eu documentei a jornada real de transformar essa "alucinação criativa" em produtividade. O que começou como uma série de erros bizarros — desde a invenção de um coautor até a teimosia estatística sobre o futebol — tornou-se um laboratório de gestão, embasado pela teoria da comunicação.
"A máquina que pedia desculpa" não é um manual técnico. É um convite para abandonar a postura de usuário passivo e assumir o papel de gestor de inteligência.
Aqui, você descobrirá que o segredo não está no prompt perfeito, mas na capacidade humana de curadoria, contexto e direção. Afinal, nesta nova parceria infinita, a máquina pode ter lido todos os livros do mundo, mas é você quem decide qual história vale a pena ser contada.
| ISBN | 9786502130513 |
| Número de páginas | 120 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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