O que uma taça tibetana e um buraco negro podem ter em comum?
À primeira vista, quase nada. Uma cabe nas mãos. O outro deforma o espaço-tempo. Mas ambos revelam algo extraordinário: a maneira como uma estrutura responde pode denunciar aquilo que ela é.
Em A Taça e o Abismo, Antônio Ricardo Nahas parte do som, da ressonância e das geometrias percebidas durante experiências com taças tibetanas para atravessar um território fascinante onde acústica, consciência e cosmologia se encontram. Ao longo dessa jornada surgem padrões vibracionais, sonoluminescência, neurogeometria, campos quânticos, supercordas, ondas gravitacionais, ringdown de buracos negros, informação, holografia, espaço-tempo emergente, Nāda Yoga, Śabda e Logos.
Mas este não é um livro que mistura ciência e espiritualidade indiscriminadamente. Nahas distingue o que pertence à física estabelecida, o que é hipótese de fronteira, o que é metáfora e o que pertence à experiência contemplativa.
A pergunta cresce a cada capítulo: será a vibração realmente o fundamento da realidade — ou existe algo ainda mais profundo, uma gramática de relações, formas, modos e transformações?
Uma travessia entre a taça e o abismo, entre aquilo que podemos medir e aquilo que ainda nos obriga a perguntar.
| Número de páginas | 185 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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