Autocuidado não significa colocar-se acima de todos, comprar recompensas ocasionais ou fugir das responsabilidades. Em seu sentido mais concreto, é a prática de reconhecer necessidades reais e não abandonar a própria saúde física, emocional e mental.
Este livro examina por que tantas pessoas sentem culpa ao cuidar de si, especialmente em contextos marcados por excesso de responsabilidade, medo de parecer egoísta e pressão constante por produtividade. A obra trata o descanso, o sono, a redução de estímulos e o respeito aos próprios limites como partes necessárias da vida, não como sinais de fraqueza.
Com linguagem acessível e cuidadosa, o texto diferencia autocuidado de fuga, compulsão, isolamento prolongado e adiamento de decisões importantes. Também aborda sinais de alerta no corpo, no humor, nas relações e na disposição, além da importância de pedir ajuda, conversar, buscar orientação profissional e dividir pesos.
Cuidar de si não é escapar da vida; é deixar de viver como se a própria existência pudesse ficar sempre para depois.
| Número de páginas | 137 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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