A parábola do filho pródigo tem dois mil anos e ainda não terminou. É essa a premissa central de Filhos Pródigos, obra em que o médico Flávio Mussa Tavares, após quatro décadas de prática clínica em Campos dos Goytacazes, demonstra que a narrativa mais famosa do Evangelho de Lucas não é apenas uma história de perdão, é um mapa psicológico de precisão extraordinária sobre os dois modos fundamentais de se perder: o do filho que explode e parte, e o do filho que fica e endurece.
O livro acompanha três famílias, com nomes e detalhes alterados por exigência do sigilo médico.
Para compreender essas histórias, o autor convoca um conjunto amplo e incomum de interlocutores. Da psicologia,da teologia para explicar o mistério do perdão do pai antes do pedido de perdão do filho.
Filhos Pródigos é um livro sobre famílias reais e sobre uma parábola imortal. Mas é, acima de tudo, um livro sobre a descoberta clínica mais perturbadora de mais de quarenta anos de escuta: que o mais difícil de curar não é o filho que parte em impulsividade e destrói tudo ao redor. É o filho que fica, que obedece, que acumula mérito em silêncio, e que, na hora da festa, recusa entrar. Porque esse filho raramente reconhece que está perdido. E quem não sabe que está perdido raramente aceita ser encontrado.
A obra se encerra com um capítulo sobre o versículo final que Lucas deliberadamente não escreveu, e termina com uma oração.
| Número de páginas | 230 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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