Em uma metrópole redesenhada por arquitetos-verdes e vigiada por algoritmos, o tempo parece ser a única variável sob controle. Mas quando um Lockheed Constellation de 1955 aterrissa inexplicavelmente no aeroporto de 2056, a linha da vida de Ana Lee e Pedro Ferro colapsa.
Ana Lee, uma galerista assombrada por um luto de dez anos e um livro de Marguerite Yourcenar nunca aberto, encontra, em uma tela rubra deixada por um mendigo, a prova de que o passado não é uma memória, mas uma presença física. Pedro, um diretor de cinema misantropo cercado por burocratas e sombras de um bullying escolar, descobre que as equações de Barbour e as explosões solares de Classe X estão rasgando o tecido da realidade.
Entre a erudição da arte clássica e o frio da astrodinâmica, ambos se tornam guardiões de um segredo que a "Falange" — uma elite corporativa sedenta pelo controle da cronologia — fará de tudo para apagar.
A Conjectura de Barbour é uma novela fascinante de João Gomes Moreira que desafia nossa percepção do "Agora". É um convite para entender que, no universo das cordas cósmicas e das trajetórias hiperbólicas, o reencontro é a única constante e o tempo, afinal, é apenas uma ilusão que nos ajuda a não enlouquecer.
| Número de páginas | 134 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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