Um nasceu escravo e mancou a vida inteira de uma perna quebrada no cativeiro — dizem que pelo próprio senhor. O outro governou o maior império do mundo conhecido.
Nunca se conheceram. Chegaram à mesma conclusão sobre a liberdade.
Epicteto foi propriedade de Epafrodito, secretário particular de Nero. Marco Aurélio teve treze ou catorze filhos e enterrou a maioria; escrevia à noite, em campanha, enquanto a Peste Antonina matava milhões. Um não tinha nada. O outro tinha tudo. Os dois descobriram que, no que importa, era a mesma situação.
Este livro conta a história do estoicismo pelos dois extremos da escada social romana — do naufrágio que empurrou Zenão para a filosofia até o diário que Marco Aurélio nunca pretendeu publicar.
E termina onde o leitor de hoje vive: a dicotomia do controle, a raiva, a ansiedade, o medo, o luto, o trabalho, os relacionamentos, a gratidão, a prática diária.
Estoicismo não é a filosofia de homens de pedra que engolem tudo em silêncio. É treino para não entregar o próprio juízo a quem não o merece.
Quarenta capítulos, com glossário de termos estoicos, cronologia e sugestões de leitura. Escrito para quem chega ao estoicismo pela primeira vez.
Duas vidas em posições opostas, uma só tese: a liberdade não está nas circunstâncias, e sim no julgamento que se faz delas.
| ISBN | 9786597760213 |
| Número de páginas | 154 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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