O tempo do Sol é uma flecha; ele nos empurra para a frente, em uma linha reta que ignora o cansaço e exige a colheita antes mesmo da semente. Mas o tempo da Lua é um ventre. Ele é circular, rítmico, e entende que para haver o brilho, é preciso aceitar a escuridão.
No mundo regido pela Lua, o tempo não se "perde", ele se renova. Não contamos os dias como quem risca os segundos de uma sentença, mas como quem espera o retorno de uma maré. O calendário lunar nos ensina que a vida não é uma escada para o topo, mas uma dança que exige recolhimento na Lua Nova e transbordamento na Lua Cheia.
É o tempo que respeita a biologia antes da produtividade.
| Número de páginas | 21 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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