Todas as emoções, bem como os pensamentos do homem, serão mesmo originários exclusivamente dos seus atributos materiais? Se assim for, que sentido teria a vida?
Alguém acredita, dos recônditos de seus âmagos, que os sentimentos, mormente os mais intensos e nobres, qual o imenso amor por determinadas pessoas, sobretudo, membros das nossas famílias, sejam meramente frutos das atividades cerebrais?
Nossos amados que conosco estão e, um dia deverão partir, assim como todas as pessoas, figuram verdadeiramente quais objetos com tempos de validades e ao término deles, para sempre descartados como coisas quaisquer?
Se essa for à verdade, qual o propósito de o homem viver? Seria pura e simplesmente perpetuar a sua espécie e nada mais?
Não nos parece imperiosas provas materiais para crermos que a vida prossegue além desta física. Um observador atento certamente haveria de encontrar nas inumeráveis e angustiantes circunstâncias pelas quais experenciam milhões e milhões de pessoas em todo o mundo, ao menos, vestígios de que ela existiu antes desta e, assim sendo, não é incoerente admitir que ela continue existindo após a de então.
A vida nos revela, de forma incontestável, que todos os eventos são reações de ações. Se multidões de seres humanos nascem em situações lancinantes e inúmeras das vezes. não raro, as cruciais dores ou desconfortos as acompanham por todas as suas passagens por este mundo, como situar na presente existência, as aç
| Número de páginas | 274 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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