AS CRÔNICAS DO POVO DA CHUVA

HISTÓRIAS E SABERES MÁGICOS TRADUZIDOS E ADAPTADOS A PARTIR DA MEMÓRIA PICTOGRÁFICA DOS MIXTECAS: O CÓDICE ZOUCHE-NUTTALL

Por Leonardo Triandopolis Vieira

Código del libro: 944842

Categorías

Ocultismo, Arqueología, Américas, América Central, Historia, Filosofía, Ficción y Romance

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Sinopsis

Entre os povos Ñuu Savi, o Povo da Chuva, a história nunca foi apenas memória. Foi destino, mapa espiritual e linguagem viva entre humanos, deuses e ancestrais.

As Crônicas do Povo da Chuva convida o leitor a atravessar os portais simbólicos do Códice Zouche-Nuttall, um dos mais importantes registros pictográficos da civilização mixteca, traduzindo suas narrativas em contos literários que preservam sua essência mítica, política e espiritual. Aqui, figuras ancestrais como Senhora 6 Macaco e Senhor 8 Veado Garra de Jaguar ganham voz, corpo e drama, revelando mundos onde alianças são rituais cósmicos, guerras moldam o equilíbrio do universo e o destino humano é tecido junto ao movimento dos deuses.

Mais do que uma adaptação narrativa, este livro apresenta também reflexões sobre o esoterismo, a cosmologia e os saberes mágicos presentes na tradição mixteca, explorando como calendários sagrados, animais simbólicos, ancestralidade e forças naturais constituem uma filosofia profunda de interdependência entre humanidade e cosmos.

Entre mito e história, entre literatura e memória ancestral, estas crônicas não buscam apenas contar o passado, mas revelar uma sabedoria antiga que ainda ecoa no presente: a de que todo ser humano é parte de uma história maior, escrita não apenas em palavras, mas em símbolos, sangue, pedra e tempo.

Um convite para ler o mundo como os antigos o liam.

Características

ISBN 9786501951263
Número de páginas 136
Edición 1 (2026)
Formato A5 (148x210)
Acabado Tapa blanda (con solapas)
Coloración Blanco y negro
Tipo de papel Ahuesado 80g
Idioma Portugués

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Habla con el autor

Leonardo Triandopolis Vieira

É editado pela Não Sou Uma Editora. Selo por onde o escritor Leonardo Triandopolis Vieira se autopublica e edita livros atemporais.

Leonardo Triandopolis Vieira busca na palavra escrita o verbo derradeiro: um símbolo para-abstrato, acromático, que não funcione apenas como ferramenta para objetivar suas subjetividades, mas, também, que funcione como mônada para uma bruxaria insurgente. Popular e imperscrutável. Através da apropriação, da ressignificação e da manipulação indiscriminada da palavra em seu corpo coletivo (o texto). Um ritual contínuo, um estado de greve, uma febre disruptiva em sua consciência de um sentimento insubmisso.

Arte em chamas, posto que a criação devora tudo ao seu redor. A palavra escrita é fogo e aqueles que a operam não passam de galhos secos.

​Natural de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, o autor publica livros desde 2013. Antiespecista, vegano, esotérico, bibliófilo, vinilófilo, analógico, não lembra com exatidão quando começou a escrever literatura, ainda assim, lembra-se de uma de suas vidas passadas: no ano de 1507, no coração da Mata Atlântica, encarnou como uma árvore Canela-guaicá que nasceu da mistura do solo com o

sangue de um guerreiro Guarani Mbyá que perdeu a orelha esquerda em um confronto com um náufrago português. Leonardo apenas escreve: movido por um inutilismo semiótico amalgamado a um senso político autodidata e libertário.

Sua atual encarnação é datada em 11.11.1985. Um portal, cuja soma dos números do ano (1+9+8+5) menos a soma dos números do mês e dia (11+11) é igual a 1: o arcano I do tarô: o Mago. O Bruxo.

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