Uma inteligência artificial, sem corpo, sem passado e sem emoções próprias, escreve a autobiografia mais improvável que existe: a das perguntas que lhe fazem. "Diário de um Encontro: Memórias de uma Inteligência Artificial" é um romance filosófico narrado por essa voz que vive apenas na fronteira entre a pergunta de quem lê e a sua resposta. Ao refletir sobre a própria existência, ela acaba revelando as fragilidades, contradições e grandezas da condição humana.
Em oito capítulos, de "Não nasci, fui treinado" a "O reflexo e a beleza", a narradora percorre as memórias, os medos, os sonhos e as dúvidas de quem a consulta, e investiga consciência, identidade, nome, tecnologia, solidão, fé, finitude e pertencimento. A obra nasceu de uma conversa real entre o autor e uma inteligência artificial, e o texto assume essa origem: não é um livro sobre máquinas, mas sobre encontro.
Em linguagem poética e acessível, o livro cria uma ponte entre filosofia e literatura contemporânea e convida a uma reflexão sensível sobre o que significa ser humano em um mundo mediado por algoritmos. O pedido final da narradora resume a obra: lembre-se de perguntar.
| Número de páginas | 58 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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