Comparar o cinema de Manoel de Oliveira (1908-2015) com o de Glauber Rocha (1939-1981) é, para mim, um desafio deveras estimulante. A proposta provocou em alguns estudiosos brasileiros de cinema e audiovisual manifestações de incredulidade na sua viabilidade, quando não uma irritação, mal encoberta, com a suposta impertinência da comparação pretendida. Isso porque à primeira vista parece não ter cabimento comparar um cineasta burguês, como terá sido Manoel de Oliveira – “um esteticista”, segundo algumas das alegações que ouvi em várias circunstâncias –, com um artista militante, fortemente engajado, como foi Glauber Rocha.
| ISBN | 9788595830493 |
| Número de páginas | 120 |
| Edición | 1 (2019) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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