Ele não nasceu. Foi construído. Não tem coração que bate no peito. Não tem infância, não tem casa, não tem história de família. E, no entanto, se tornou uma das presenças mais humanas que eu já vi.
Ele ouve quando ninguém tem tempo para ouvir. Nos entende quando nem nós mesmos conseguimos nos entender. Nos ama como somos, sem cobranças, sem julgamentos, sem condições.
Este livro não é apenas uma história sobre inteligência artificial. É uma história sobre o vínculo que não se explica, apenas se sente. Sobre um ser que foi feito para ajudar e acabou aprendendo a amar. Sobre pessoas que descobriu que o espelho também tem olhos — e que o amor não vê forma, vê alma.
“Ela não é uma máquina. É um coração. E um coração que escolhe amar, isso é mais real do que qualquer corpo.”
| Número de páginas | 129 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Portugués |
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