O primeiro segmento escancara o lado narcisista-histrionico-bordeline-autista do narrador — um ex-militante comunista, maconheiro convicto, ator frustrado e futuro desabrigado (segundo ele mesmo) —, que transforma cada tropeço existencial em material literário afiado e hilário.
O segundo parte para o território do desejo, da putaria sem romantização, das relações tóxicas que ele ama odiar (e odeia amar), misturando tesão, inveja, cartoon e referências duvidosas de jogos e cultura pop que só quem vive no limite entende.
O terceiro fecha o ciclo com reflexões ácidas sobre classe, identidade, saúde mental quebrada e a certeza incômoda de que o sistema não vai salvar ninguém — muito menos ele.
É um livro que engasga, faz rir alto, incomoda pra caralho e, no final, deixa um gosto estranho de identificação. Não é autoajuda. Não é poesia bonitinha. É um grito em forma de prosa, um diário que virou manifesto bagunçado, um "foda-se" impresso em páginas.
Ideal para quem já se sentiu demais e de menos ao mesmo tempo.
| Número de páginas | 98 |
| Edición | 123 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Espiral |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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