O Garoto de Rua
São Paulo não é apenas uma cidade.
É um organismo vivo. Respira pressa, exala desigualdade, pulsa histórias que poucos veem — e menos ainda sobrevivem para contar.
Entre avenidas como a Brigadeiro Luiz Antônio, vielas esquecidas, praças que acolhem e expulsam ao mesmo tempo, nasce uma história que não pede licença para existir. Uma história que não foi inventada para agradar — mas para ser sentida.
O Garoto de Rua não é apenas uma obra. É um testemunho.
Escrito por Willians Luis de Oliveira, este livro mergulha na realidade crua de um menino que cresce entre a ausência e a sobrevivência. Um menino que não teve tempo de ser criança, que aprendeu cedo demais o peso do silêncio, da fome, da rejeição — e, ainda assim, encontrou brechas onde muitos só veriam o fim.
Aqui, São Paulo não é cenário. É personagem.
Está nas madrugadas frias sob marquises, nos passos apressados no centro, nos olhares desviados, nas portas que se fecham — e, às vezes, nas poucas que se abrem.
Ao longo destas páginas, o leitor será conduzido por ruas conhecidas e esquecidas, por instituições que acolhem e impõem regras, por conflitos internos que não têm resposta fácil. É uma travessia marcada por perdas, encontros e decisões que moldam não apenas um destino, mas uma identidade.
Mais do que contar uma história, este livro confronta.
Confronta a ideia de infância.
Confronta o conceito de abandono.
Confronta o próprio leitor — colocando-o frente a frente com uma realidade que existe, resiste
| Número de páginas | 285 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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