A História costuma ser contada pelos vencedores.
Quando pensamos na Guerra de Independência Americana, lembramos de nomes como George Washington, Thomas Jefferson e Benjamin Franklin. Aprendemos sobre a luta pela liberdade das Treze Colônias e sobre o nascimento de uma nova nação.
Mas toda guerra possui mais de um lado. E, em cada lado, existem homens e mulheres que não decidiram o rumo da História, apenas viveram suas consequências.
Este romance nasce justamente desse olhar.
Ao contrário da maioria das obras ambientadas nesse período, que acompanham a perspectiva dos colonos americanos, 1775: Amor e Tradição convida o leitor a atravessar o Atlântico e embarcar em um navio da Marinha Real Britânica.
A guerra será vista pelos olhos de um jovem marinheiro inglês, um homem comum, sem títulos de nobreza, sem influência política e sem qualquer poder para decidir os destinos do Império ao qual serve. Seu mundo não é formado por gabinetes, parlamentos ou salões aristocráticos.
É feito de mastros, velas, tempestades, longas travessias e da dura rotina de quem vive sobre o mar. Enquanto reis discutem política e generais traçam estratégias, marinheiros enfrentam o frio, o medo, a saudade e a incerteza de voltar para casa.
Mas esta não é apenas uma história sobre guerra. É, sobretudo, uma história sobre pessoas. Sobre o encontro entre culturas distintas.
Sobre o choque entre tradição e liberdade. Sobre famílias que tentam proteger aqueles que amam.
Sobre escolhas difíceis, ami
| Número de páginas | 381 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
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