Antes mesmo de Cora abrir os olhos, sua chegada já havia mudado a luz da casa.
Em dez movimentos poéticos, um pai oferece à filha não um manual para a vida, mas algumas maneiras de habitá-la: aprender a tentar sem ser abandonada, reconhecer os riscos que fazem crescer e aqueles que apenas destroem, encontrar assombro na realidade, transformar inteligência em cuidado, atravessar a feira das certezas, medir os próprios com a mesma régua usada para julgar os outros e receber uma herança sem se tornar prisioneira de suas formas.
Acompanhados por aquarelas concebidas para revelar novas camadas a cada leitura, os poemas podem ser inicialmente descobertos pelas imagens e pela voz de um adulto. Com o tempo, aquilo que parecia apenas história transforma-se em pergunta, ferramenta e modo de compreender o mundo.
A Luz que Eu Não Possuo é um livro sobre paternidade sem posse, proteção sem aprisionamento, razão sem perda do assombro e tradição capaz de permanecer viva porque aceita ser redesenhada. Um livro escrito para uma criança — mas também para crescer com ela.
| Número de páginas | 80 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Colorido |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
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