Willy nunca foi de Kiva.
Cresceu naquele satélite de floresta e luz sob os dois sóis de Arian, criado pelo velho xamã Thar, aprendendo as artes dos guerreiros Leão e a ler o silêncio da mata. Amava aquele mundo com uma inteireza que muitos nascidos ali nunca alcançaram — e ainda assim carregava dentro de si um vazio com formato de pergunta: de onde ele veio, e por que fora entregue, ainda bebê, a um povo que não era o seu.
Todo ser tem um instante em que se reconhece pela primeira vez, dizia Thar. O seu ainda está por vir.
Terceiro volume do Códex Madhu, A Realidade de Willy é sobre pertencer sem ter raízes, sobre o que se escolhe quando dever e amor apontam para lados opostos — e sobre o instante exato em que uma consciência, enfim, se reconhece.
| Número de páginas | 76 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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