Tem gente que trabalha, responde mensagens, mantém compromissos, sustenta relações, pensa demais, dorme mal e continua funcionando normalmente. Segundo terceiros.
Este escrito observa esse território entre aquilo que sentimos e aquilo que conseguimos administrar com aparência bastante convincente de normalidade.
Entre poemas, prontuários, formulários, exames e outras burocracias da existência, o livro atravessa corpo, trabalho, relações, ansiedade, desejo, silêncio e cotidiano sem transformar cada sintoma em uma explicação pronta.
Uma poesia contemporânea que mistura linguagem clínica, ironia, vulnerabilidade e situações reconhecivelmente humanas.
Ao longo do livro, poemas convivem com estruturas inspiradas em laudos, fichas, protocolos e registros, como se o ser humano funcional tivesse sido encaminhado para análise.
O corpo aparece bastante. Mas nem sempre como metáfora. Às vezes ele participa da confusão. Às vezes só está com dor nas costas.
| Número de páginas | 234 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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