Em um mundo que aprendeu a chamar cansaço de normalidade, Kael Klyne descobre que o verdadeiro perigo não nasce da guerra, mas da recusa em sustentar escolhas difíceis.
Entre a superfície viva e o subterrâneo antigo, Kael caminha entre forças que não disputam poder, mas responsabilidade. Ao reencontrar Eryndor e os ecos esquecidos dos Valeryths, ele passa a compreender que certos conceitos não desaparecem quando são ignorados — apenas aguardam até encontrar forma.
Raelythar não é um inimigo. Não é um deus. Não é uma entidade comum. É a função que desperta quando o peso acumulado das decisões adiadas começa a deformar o real. Um conceito antigo demais para ser combatido e preciso demais para ser ignorado.
Enquanto o mundo segue aparentemente intacto — cidades erguidas, estradas cheias, escolhas fáceis sendo aceitas — algo se desloca silenciosamente. Não uma ameaça visível, mas um ajuste sutil: o mundo começa a inclinar.
Sem promessas de heroísmo ou salvação, Entre Dois Mundos é uma fantasia densa e reflexiva sobre equilíbrio, intenção e consequência. Uma história onde o maior conflito não é vencer o inimigo, mas permanecer no centro quando tudo insiste em ceder.
Porque, às vezes, o fim não começa com a queda —
começa quando o mundo aprende a aceitar o peso errado.
| Número de páginas | 265 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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