(Volume II da Trilogia)
Depois de expor a existência de um sistema global que operava nas margens invisíveis do comércio internacional, Nath Gold descobre que revelar o mapa não significa desmontar o mecanismo. Significa ativá‑lo.
Em A Arquitetura do Ruído, a jornalista investigativa da Veritas já não enfrenta apenas rotas secretas ou portos fantasma, mas algo mais sofisticado e perigoso: a construção deliberada do excesso informativo. Um mundo onde a verdade não é negada — é soterrada. Onde dados circulam em volume suficiente para que nada possa ser claramente compreendido, e onde o silêncio não é ausência de som, mas resultado de uma engenharia precisa.
A investigação começa com um arquivo que oficialmente deixou de existir. Eliminado, validado, descartado. Ainda assim, o arquivo respira — replicado em camadas que escapam aos sistemas de auditoria convencionais. Ao segui‑lo, Nath atravessa redações pressionadas, fundações filtrópicas opacas, centros de dados “limpos demais” e cidades onde a informação é continuamente reindexada para perder sentido político.
O inimigo agora não precisa esconder crimes: ele produz narrativas. Não precisa matar testemunhas: ele dilui vozes. Nath se vê obrigada a operar num território onde qualquer ação gera ruído suficiente para neutralizar seu impacto, e onde cada publicação pode ser usada para desacreditá‑la, reescrevê‑la ou absorvê‑la como mais um dado estatístico.
| Número de páginas | 149 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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