Em O Eu Ideal, a vida contemporânea aparece como um palco silencioso onde cada gesto, cada emoção e cada escolha parecem precisar caber em uma imagem aceitável, admirável e coerente. A obra convida o leitor a refletir sobre o peso de viver sob a pressão de um modelo interiorizado de perfeição — não apenas na aparência, mas também na forma de pensar, sentir, fracassar, amar e existir.
Com linguagem filosófica, mas próxima da experiência real, o livro examina como o sujeito moderno passa a se tratar como projeto estético permanente, moldando a própria identidade para ser reconhecido, aprovado e lembrado. Ao longo das reflexões, surgem questões profundamente atuais: até que ponto ainda vivemos de forma espontânea? Quanto de nossa personalidade é expressão verdadeira, e quanto já se tornou performance? O que acontece quando a imagem vale mais do que a presença?
Mais do que uma crítica à cultura da aparência, esta é uma investigação sobre o cansaço de precisar corresponder o tempo todo. Entre filosofia, sensibilidade e análise do cotidiano, O Eu Ideal oferece ao leitor a possibilidade de reconhecer em si mesmo esse conflito entre a vida vivida e a vida encenada. É um livro para quem já sentiu o peso de ser observado, comparado ou exigido — e deseja pensar, com mais lucidez, sobre a liberdade de existir sem se tornar prisioneiro da própria imagem.
| Número de páginas | 137 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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