Vivemos em uma época em que a liberdade parece ilimitada, mas a experiência cotidiana revela um mal-estar persistente. Por que, mesmo cercados por oportunidades, tantos se sentem permanentemente insuficientes? Em A Prisão Sem Muros, Valmere Klippel Santana investiga como a lógica do desempenho deixou de organizar apenas a economia para ocupar a própria consciência. Dialogando com Freud, Marx, Foucault e Byung-Chul Han, o autor propõe o conceito de Superego Econômico para explicar a transformação da produtividade, da competição e do autoinvestimento em imperativos morais. Ao longo da obra, demonstra como essa nova racionalidade captura a subjetividade, redefine a escola, molda as relações sociais e converte o sofrimento em responsabilidade individual. A prisão contemporânea já não necessita de grades nem vigilância externa: ela opera no interior da própria consciência. Uma reflexão crítica sobre educação, poder, subjetividade e cultura do desempenho, destinada a leitores que desejam compreender os mecanismos invisíveis que orientam a vida contemporânea e recuperar a possibilidade de pensar para além da lógica da performance.
| Número de páginas | 138 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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