Júlio César é “assessorado” por um barbeiro jovem empreendedor espertinho e passa vergonha em seu banquete com o pão “duro feito pedra” servido aos amigos. Augusto não sai de casa se calça o pé direito na sandália esquerda ou quando não encontra suas pantufas de “lobinho” que ele chama de "Rômulo e Remo"; quando derruba Roma Cola e mousse de manga nas pantufas enquanto cochila diante da TV, a confusão começa! Marco Aurélio quer que todos acreditem que escreveu suas Meditações entre batalhas e sem intenção de publicação! Ele sonha com seu livro numa série da "Romaflix".
A patricinha Paulina (de família patrícia) convida a vendedora de calçados plebeia (que só fala o que pensa) a uma festa dos poderosos. Três frequentadoras de uma típica terma romana batem papo sobre viver com o mínimo, Pompeia “jura” que está cansada de tanto banquete e festinha na casa do Calígula. Sereno, Simplício e Cabalista querem assistir a um “espetáculo” vindo das províncias do deserto (cancelado de última hora), enquanto circulam imagens de seguidores pichando o escudo de Marte, colocando em dúvida a “virilidade” do deus da guerra.
Nesta Roma inerentemente absurda, Júlio César, Otávio Augusto, Marco Aurélio, patrícios (aristocratas) e plebeus, interagem exatamente da mesma forma que interagimos hoje, curtem as distrações e gratificações que nossas cidades oferecem. Sete esquetes cômicos, contém notas e bibliografia para estudantes do ensino médio, teatro e aficcionados pelas sociedades clássicas.
| Número de páginas | 59 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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