O que Stanislavski disse sobre atores usarem a beleza e os músculos no palco para “segurar” a plateia? O que Meyerhold disse sobre o ator “declamador inteligente”? O que Grotowski disse sobre o “ator cortesão” e o teatro burguês como “verdade da vida”? O que disse Jacques Lecoq sobre o “Eu” ser sempre demais? O que Peter Brook disse sobre o teatro e “os teatros”?
Neste percurso para iniciantes na arte do teatro, a proposta é divulgar o pensamento crítico de cinco diretores de teatro europeus que são, ao mesmo tempo, pedagogos e pesquisadores. Estes revolucionários romperam barreiras no campo cênico e abriram caminhos.
O que pretendemos trazer ao público é a perspectiva crítica destes homens de teatro no que tange diferentes pontos “nevrálgicos” do fazer teatral para promovermos, assim, um debate lúcido e consciente entre a comunidade envolvida com o meio cênico.
Além da crítica, nossos “convidados” também expõem algumas de suas técnicas, trazendo suas metodologias para perto dos leitores; o que possibilita uma seleção a partir dos diferentes ângulos expostos, na qual o leitor e leitora se apropria do que é valioso e descarta o que não faz sentido para sua realidade teatral.
| Número de páginas | 81 |
| Edición | 1 (2026) |
| Idioma | Portugués |
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