ENTRE O PÚLPITO, A PRAÇA E A TELA reúne poesia satírica e reflexão em prosa para examinar algumas das contradições mais visíveis do nosso tempo.
Entre telas que disputam nossa atenção, discursos que transformam convicções em trincheiras, púlpitos contaminados pela ambição, praças dominadas pelo desejo de poder e costumes sustentados pela aparência, Edilson Santana utiliza a ironia como instrumento de crítica e de autoconhecimento.
Organizada em cinco partes — A Tela que nos Domina, A Tela que nos Olha, Entre o Altar e o Trono, A Praça e o Mando e O Espelho dos Costumes —, a obra percorre temas como dependência digital, exposição nas redes, simulacro, intolerância, religião e poder, política, manipulação, liberdade, vaidade, hipocrisia e condição humana.
Em cada composição, o poema oferece o primeiro impacto; a reflexão que o acompanha amplia seus sentidos e conduz o leitor para além do riso. A sátira, aqui, não pretende humilhar pessoas, mas revelar comportamentos, excessos e incoerências.
Ao final, o espelho se volta também para quem observa: porque é fácil reconhecer as contradições dos outros; mais difícil é perceber que todos, de algum modo, também fazemos parte do teatro.
| Número de páginas | 166 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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