O homem que não existia
Há homens que vivem à luz do dia. Outros preferem a escuridão.
E depois existem aqueles que trabalham nas sombras, sem nome, sem rosto e sem reconhecimento. Homens cuja existência nunca será confirmada oficialmente, cujas missões jamais aparecerão nos jornais e cujos erros, quando acontecem, não podem ser explicados perante um tribunal de opinião pública.
Lobo Solitário era um desses homens.
Nunca imaginara que aquelas aprendizagens o conduziriam a uma vida de operações clandestinas, viagens inesperadas e missões em países onde a verdade tinha um preço e a confiança podia custar uma vida.
O seu nome verdadeiro era conhecido por poucos. O nome de código, porém, circulava discretamente entre aqueles que sabiam da existência de uma organização que oficialmente nunca existira.
Chamava-se SIRE.
Uma estrutura secreta, alegadamente criada durante o Estado Novo e reativada nos anos noventa, operando à margem dos circuitos públicos e longe dos olhares da maioria dos portugueses.
| Número de páginas | 55 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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