Existe uma história por trás da história que contamos sobre nós mesmos.
Por que repetimos comportamentos que já não nos fazem bem? Por que reagimos da mesma maneira diante de situações diferentes? E quantas das escolhas que acreditamos fazer são, na verdade, respostas que aprendemos a repetir?
Desde a infância, nossas experiências, imitações e hábitos constroem formas de perceber e responder ao mundo. São estruturas necessárias, que nos ajudam a viver, aprender e sobreviver. Mas aquilo que um dia foi ferramenta pode, com o tempo, transformar-se em limite.
É a essas estruturas que Mario Okamura dá o nome de caixas.
Em As Caixas do Infinito — A Engenharia da Consciência, o autor conduz o leitor por uma investigação sobre a formação dos nossos automatismos, o papel da dor e da tensão e a possibilidade de encontrar um intervalo entre aquilo que acontece e a maneira como reagimos.
Com linguagem simples, exemplos cotidianos e perguntas que convidam à reflexão, a obra propõe um olhar diferente sobre a experiência humana.
Não oferece fórmulas prontas, nem promete libertação definitiva de nossas caixas. Convida a reconhecer aquilo que antes passava despercebido.
Porque talvez a verdadeira mudança não comece quando conseguimos agir de outra maneira, mas quando percebemos por que sempre agimos da mesma forma.
| Número de páginas | 180 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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