E se aquilo que nunca aconteceu em sua vida fosse tão importante quanto aquilo que você viveu?
Existem lembranças de acontecimentos reais, mas também carregamos a presença silenciosa de experiências que nunca tivemos: o amor que não chegou, o reconhecimento que faltou, os caminhos que não percorremos e as versões de nós mesmos que jamais se realizaram.
Em A Memória do que Nunca Existiu, Antonio Ricardo Nahas, Ph.D., conduz o leitor por uma investigação profunda sobre um dos aspectos mais misteriosos da existência humana: a capacidade de sermos transformados não apenas pelo que aconteceu, mas também pelo que permaneceu ausente.
Entrelaçando psicologia, filosofia, neurociência e reflexões sobre a natureza do tempo e das possibilidades, a obra examina o trauma do não vivido, o luto por futuros interrompidos e a maneira como expectativas e ausências participam da construção de nossa identidade.
Mas este não é apenas um livro sobre perdas. É também uma investigação sobre liberdade, transformação e a capacidade humana de criar possibilidades que antes sequer conseguíamos imaginar.
O autor apresenta uma perspectiva original sobre a presença organizada pela ausência, convidando-nos a reconsiderar nossa relação com o passado e a descobrir que a vida não precisa corresponder àquela que imaginávamos para continuar plena de significado.
Talvez a pergunta mais importante não seja quem você poderia ter sido, mas quem ainda pode se tornar.
| Número de páginas | 234 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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