A visão computacional aplicada à direção autônoma exige mais do que detectar objetos em uma imagem isolada. O sistema recebe sequências, precisa responder em um intervalo de tempo limitado e deve lidar com variações de iluminação, tráfego, câmera e geometria. Em um veículo físico, testar algoritmos ainda em desenvolvimento pode trazer riscos. Por isso, simuladores são utilizados para investigar o comportamento da percepção antes de avançar para ensaios controlados com equipamentos reais.
A simulação oferece a possibilidade de repetir uma condição inicial, alterar a densidade do tráfego e verificar como o custo do processamento cresce quando novas etapas são integradas. Essa vantagem não significa que resultados obtidos em um ambiente virtual serão reproduzidos automaticamente na rua. Texturas, iluminação, oclusões, física dos objetos e sensores possuem diferenças que precisam ser medidas posteriormente.
| Número de páginas | 338 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
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