As dores nem sempre começam no corpo, elas nascem em ausências, em silêncios prolongados, em despedidas que nunca se encerram por completo.
Ao longo destas páginas, a autora percorre um território íntimo onde o físico, o emocional e o psicológico deixam de ser separados. Aqui, a dor ganha camadas: é memória, é sensação, é marca. O que não foi dito ecoa no corpo. O que não foi acolhido, adoece.
Entre fragmentos de abandono e tentativas de recomeço, este livro revela como feridas invisíveis podem se tornar palpáveis, e como o corpo, muitas vezes, fala aquilo que a alma já não consegue sustentar sozinha.
Com uma escrita delicada e profundamente honesta, a autora convida o leitor a reconhecer suas próprias cicatrizes, não como sinais de fraqueza, mas como registros de sobrevivência.
Este não é apenas um livro sobre dor,
é, sobretudo, sobre escuta, permanência e a difícil, porém possível, reconstrução de si.
| Número de páginas | 126 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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