Gimi Ramos, 52 anos, natural de Araranguá/SC.
Técnico em Contabilidade pelo Colégio Estadual de Araranguá. Graduado em Letras Inglês-Português e Literatura, com Especialização em Teoria da Literatura. Graduado em Filosofia.
Iniciei meus escritos em 1992 como letrista (e vocalista) da banda Raids; que alcançou relevância no cenário da região sul catarinense como pioneira em seu estilo musical, pautado na crítica social, mazelas humanas e no combate ao marasmo de atitude que se fazia na década de 1990.
Ingressando na universidade e com orientação de alguns mestres e professores lancei O Teatro d’Alma (2002), livro de poesias publicado de forma independente, com ótima aceitação entre acadêmicos e professores.
Meu primeiro livro de contos, intitulado Homines (2008), foi publicado pela Editora CBJE, do Rio de Janeiro. Os contos da obra iniciam minha fase em prosa.
Lecionei Línguas Inglesa e Portuguesa, bem como Literatura Brasileira.
Fui colunista em jornais, revistas e sites, escrevendo sobre Filosofia e Literatura.
Em 2015, lancei Ohomemqueodiavaadeus. Um romance denso e corrosivo sobre a condição humana e suas facetas. A obra desfila da Filosofia à História, da Literatura à Psicologia, do social ao individual, tendo como pano de fundo os anos da Ditadura Militar no Brasil.
Em 2017, trouxe à luz o segundo livro de contos, Papéis esquecidos. Uma coletânea de textos guardados entre 2008 e 2015, lançado pela Editora Raízes da América, SP.
Participei de vários concursos literários, com textos publicados em coletâneas nacionais e internacionais.
Em junho de 2018, também pela editora Raízes da América, publiquei o segundo romance, Bem-aventurado. Um suspense carregado de máculas sociais, denso e profundo, abrangendo da psicologia humana à filosofia questionadora.
Papel, caneta... e outros papéis, 2021, traz 20 contos, com linguagem menos rebuscada, forte característica das obras anteriores. A obra apresenta outro diferencial nas construções textuais, mostrando-se mais eclética.
2024, meu terceiro romance: Os anjos da véspera, construído no realismo fantástico, permeado por História e Filosofia, onde as personagens relatam sobre suas vidas num mundo antagonista regido pela dualidade do bem e do mal.
Em maio de 2024, fui indicado pelo poeta Otávio Zanella (Mestre em Teoria Literária), para a Academia Independente de Letras – Ordem Scriptorium, estado de Pernambuco. Aceito na AIL, pela obra literária, ocupo a cadeira 314.
Em 2026 publiquei, também de forma independente, meu primeiro livro de cunho totalmente filosófico: Ignorância, comodismo, perversidade: O contexto político-social do Brasil pós-2016.
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