As baixadas litorâneas arenosas e planas, hoje muito ocupadas por cidades e outros perfis urbanos, no passado foram o domínio das vegetações de restinga. Essas formações exuberantes, que podem atingir altura de 20 metros, são ricas em bromélias, orquídeas, samambaiaçus e epífitas, e abrigam variada fauna de vertebrados e invertebrados, com destaque para muitas espécies de aves, besouros, borboletas e mosquitos. Nelas habitam ao menos 15 espécies de cupins nativos. O cupim de solo Anoplotermes pacificus é abundante e seus ninhos podem atingir densidades tão altas quanto 15 ninhos em apenas 25 metros quadrados de mata. Ele mostra curiosa interação com as samambaiaçus: em áreas de solo periodicamente inundável, o ninho instalado próximo à base da planta pode ascender o caule e atingir a coroa, onde nascem as frondes, lá se expandindo e isso, com o tempo, determina a morte da planta, que passa a lhe servir de suporte seguro contra o solo encharcado.
Anoplotermes pacificus foi descrito em 1873 por Fritz Müller, que em 1864 também comprovou a Teoria da Evolução de Charles Darwin.
Este livro, destinado a zoólogos, entomólogos, botânicos, ecólogos de vegetações, biólogos e interessados em geral em temas de história natural, apresenta observações sobre as 15 espécies de cupins nativos que habitam as vegetações de restinga de São Paulo e Santa Catarina e traz dados sobre a história da devastação desse bioma, para urbanização.
| ISBN | 9786501760759 |
| Número de páginas | 123 |
| Edición | 1 (2025) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Colorido |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
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