Em 2008, num corredor de escritório, um homem comentou o perfume de uma mulher que mal havia olhado. Ela guardou aquela frase por dezoito anos. Ele mal lembrava de tê-la dito.
Quando ela o reencontrou numa rede social em 2026 e enviou a foto do perfume com uma pergunta simples, nenhum dos dois imaginou o que aquele gesto silencioso poderia despertar.
O Perfume que o Tempo Não Apagou é uma história sobre memória e espera. Sobre a diferença entre estar vivo e sentir-se vivo. Sobre os instantes pequenos que, sem pedir licença, decidem ficar para sempre.
E sobre o que acontece quando duas pessoas finalmente se encontram no tempo exato em que ambas são capazes de sentir.
| Número de páginas | 81 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Tipo de papel | Estucado Mate 150g |
| Idioma | Portugués |
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