Quando uma coalizão política radical conquista o poder no Brasil, o impensável deixa de ser impossível.
Em poucos meses, direitos são reescritos, instituições são esvaziadas e o país começa a se transformar — não por ruptura imediata, mas por um processo silencioso, metódico e calculado.
No Sul, um movimento antigo encontra sua oportunidade.
Três estados declaram autonomia. O Congresso legitima. A democracia hesita.
E então, ela cede.
A partir desse ponto, o Brasil deixa de ser um território — e passa a ser um experimento.
Entre invasões, classificações humanas e um novo Estado construído sobre controle, medo e identidade imposta, indivíduos comuns lutam para preservar aquilo que regimes autoritários sempre tentam apagar primeiro:
a memória, a dignidade e a própria ideia de humanidade.
O Sul Separado é uma distopia política brutal e plausível — um aviso sobre o que acontece quando a democracia não é defendida enquanto ainda existe.
| Número de páginas | 52 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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