Dominic Dalfoe, um artista que habita uma mansão isolada sobre um penhasco, onde fez da solidão a sua maior obra-prima. Desiludido com a efemeridade e o ruído do mundo exterior, Dominic refugia-se no seu ateliê, um santuário de luz e silêncio, para realizar a sua criação final: o retrato de uma mulher chamada Charlotte.
O que começa como uma busca técnica e estética transforma-se rapidamente numa obsessão devoradora. Dominic não está apenas a pintar uma tela; está a invocar uma alma. Charlotte torna-se a sua única companhia, uma presença invisível que preenche os espaços vazios da mansão e desafia a fronteira entre a arte e a realidade. À medida que o mundo exterior se torna uma névoa distante, a linha que separa o pintor da sua criação começa a esbater-se.
"Em todos os lugares, nunca aqui Mas em mim" é uma meditação poética e melancólica sobre a imortalidade através da arte, a natureza do desejo e o poder do amor platónico. É a história de um homem que, em vez de se render, escolheu viver nos braços da sua própria imaginação, encontrando, no momento final, a eternidade na sua maior obra-prima.
| Número de páginas | 125 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Portugués |
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