ocê pode estar trabalhando, tomando decisões, cumprindo responsabilidades e, ainda assim, sentir que algo não se sustenta por dentro. O cansaço não vem da falta de ação, mas da impressão persistente de que a vida segue sem direção clara. As escolhas resolvem o dia, mas não constroem continuidade. O tempo passa, e a sensação é de esforço sem sentido.
Essa experiência não indica fracasso nem falta de propósito pessoal. Ela aponta para um problema mais específico e mais comum: desorientação existencial. Quando o sentido da vida é confundido com metas, sucesso profissional ou expectativas idealizadas de realização, o resultado costuma ser uma vida funcional, porém fragmentada. Há movimento, mas falta eixo.
Aqui, o foco não está em encontrar um propósito grandioso, mas em compreender como o sentido se constrói na prática. Como certas decisões organizam a vida ao longo do tempo — enquanto outras, mesmo parecendo corretas, geram dispersão, incoerência e desgaste emocional. A leitura ajuda você a reconhecer padrões do cotidiano que passam despercebidos: adiamentos recorrentes, concessões constantes, adaptação excessiva, rotinas que afastam você daquilo que realmente valoriza.
Ao longo do percurso, torna-se possível distinguir entre viver ocupado e viver orientado. Entre sofrimento que desorganiza e sofrimento que acompanha escolhas significativas. Entre flexibilidade necessária e perda gradual de direção. O ganho não está em respostas prontas, mas em clareza prática para sustentar
| Número de páginas | 141 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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