Existem histórias que começam e terminam dentro de uma sala.
Hospital não é apenas um lugar de paredes e diagnósticos; é um lugar de gente. Pessoas que deixam tudo para que ele continue funcionando. Todos são importantes — do porteiro ao médico. Não existe maior ou menor. Todos lutam pela vida.
No hospital, pacientes aguardam diagnósticos. Familiares aguardam notícias.
Na sala branca, há sempre a esperança de logo voltar para casa.
Na sala vermelha, os corações ficam apertados, esperando por um milagre. Nunca se sabe se será apenas um susto ou uma despedida.
Nos corredores dos hospitais, há orações sinceras, sentimentos expressos em palavras, lágrimas de dor — mas também lágrimas de alegria.
Médicos estudam por anos para salvar vidas e, ainda assim, muitas vezes enfrentam a dor de não conseguir salvá-las.
Enfermeiros e enfermeiras são anjos discretos que seguram mãos trêmulas. São eles que choram quando perdem um pequeno guerreiro e, ao mesmo tempo, encontram forças para consolar famílias.
Os técnicos de enfermagem vigiam a madrugada, enquanto pacientes e o mundo dormem.
O pessoal da limpeza entra depois da dor ou da alegria, higienizando o chão onde lágrimas caíram e arrumando camas que foram cenário de despedidas ou recomeços.
As cozinheiras do refeitório servem refeições preparadas com mãos firmes e dedicadas.
A equipe da casa de apoio escuta histórias e aprende a conviver com despedidas.
A sala branca nunca para de receber pacientes. A vida entra, a vida sai. Todos levam
| Número de páginas | 68 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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