Desde os primórdios da humanidade, o coração do homem tem se mostrado incapaz de permanecer firme, íntegro e constante diante da santidade de Deus. O relato do Éden evidencia que o homem, mesmo criado à imagem de Deus, foi vencido pela tentação e pela rebelião, demonstrando que a fidelidade humana nunca foi suficiente para sustentar a comunhão com o Criador. Adão e Eva falharam, e com eles toda a posteridade herdou uma natureza inclinada ao pecado, incapaz de confiar, obedecer ou permanecer fiel sem a intervenção divina. Esta realidade não é uma hipótese ou um conceito teológico abstrato; é uma constante revelada de forma clara e contundente em toda a Escritura. É no reconhecimento desta incapacidade humana que a glória da fidelidade de Deus se manifesta com maior intensidade, oferecendo segurança, esperança e redenção a todos os que creem.
O mundo moderno, muitas vezes, tenta inverter esta realidade, ensinando que o homem possui dentro de si recursos espirituais suficientes para manter a fé, resistir ao pecado e conquistar a santidade. Púlpitos e livros bem-intencionados reforçam a ideia de que a fidelidade do crente é determinante para a permanência na graça, ignorando que cada palavra da Bíblia demonstra o contrário: o homem falha, vacila, cede à carne, e somente a fidelidade de Deus pode sustentá-lo. Esta é uma verdade que precisa ser proclamada com clareza, pois sem ela, o cristianismo se reduz a moralismo e autossuficiência, distorcendo a centralidade da obra redentora
| Número de páginas | 92 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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