O tempo sempre foi a questão central da existência humana. Desde que aprendemos a
observar o movimento do sol, da lua e das estrelas, nos organizamos ao redor de ciclos.
Criamos calendários, inventamos relógios, marcamos aniversários, medimos reinados e
histórias. E, ainda assim, a essência do tempo nos escapa. Vivemos como se fosse um rio
linear que flui do passado para o futuro, arrastando-nos sem retorno. Mas essa visão, que
serviu à mente racional durante séculos, não é mais suficiente. O tempo não é linear. O tempo
é organismo. É um campo vivo que respira, pulsa, se regenera e se comunica.
Este é o Tempo Vivo: uma malha orgânica de presença, memória e possibilidade. Não se
trata de metáfora poética, mas de realidade vibracional que a humanidade precisa recordar.
Assim como o corpo humano é feito de bilhões de células em constante diálogo, o
organismo-tempo é composto de instantes vivos, de ciclos, de camadas simultâneas que se
interpenetram. Cada pensamento, cada escolha, cada gesto não apenas ocupa o tempo: ele o
cria. O tempo não é algo que nos acontece — é algo que cocriamos, instante a instante.
| Número de páginas | 250 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabado | Tapa blanda (sin solapas) |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Portugués |
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